31 julho, 2011

Lustre rústico

Ainda falando em lustres ou pendants, ou luminárias... este foi o marido quem fez. Estávamos numa loja de materiais elétricos, ele procurando lâmpadas pra instalar no deck que estava fazendo e eu me acabando de tanto olhar e desejar as luminárias e lustres...aff! Quanto objeto de desejo...rs.. (aliás, foi lá que eu tive a idéia de fazer o lustre pro quarto da filha"). Juntando tudo o que vi e desejei, chamei o marido e depois de um rápido tour, mostrei um e disse "Baby, este você consegue fazer!". Ele gostou da idéia e incentivo, e no mesmo dia quando chegamos em casa pôs as mãos à obra. E o resultado, você vê logo abaixo. Não tenho fotos do durante, apenas do produto pronto, pendurado na área da churrasqueira!

Muitas beijokas bem fofas pra quem visita o sítio... e mais ainda pra quem conversa comigo!


27 julho, 2011

Lustre no quartinho da filhota...

Sou fã do DIY (do it yourself) e estou sempre procurando fazer algo aqui pra casa. Embora comprar também é muito bom, pra mim que já morei nos EUA onde praticamente tudo é muito barato, não consigo pagar o que pedem por um lustre, como exemplo. Eu queria algo diferente para o quarto da filha, que gosta de rosa, barbie, etc... ela queria algo cheio de penduricalhos, brilhoso e essas coisas todas que uma menina de 9 anos sonha - claro que elas sempre exageram né, pois sonhar é tãoooo fácil hehehehe. Mas enfim, querendo resolver o problema dela de ter algo mais interessante que a simples lâmpada pra olhar quando fosse deitar, e o meu de ter algo pra fazer na casa, juntei umas pedras, fio de naylon, o negócio que coloca a lâmpada que agora não sei o nome, e um espelho que pedi pra cortarem na vidraçaria, algumas medidas aqui e ali, paciência e... deu nisso aí abaixo!








E então, me conta se gostaram ou não!!!

Bjo no ♥!


24 julho, 2011

Travessia do México - última parte

*Se você perdeu os três primeiros capítulos da série, volta aqui pra acompanhar melhor!

Desta vez entramos no carro, e não fomos jogados como saco de batatas, e juntou-se a nós mais quatro mexicanos que estavam em busca do sonho americano também... eles nos levaram para um lugar pior que o meio do nada ...rs... e nos largaram lá, com dois coyotes. Começamos a correr... sol, calor, poeira... ah, lembra daquelas bolas de galhos secos que nos filmes de faroeste passavam rolando no deserto? Pois é, lá tinha dessas hehehehe Mas continuando, começamos a andar e correr, eu já ficando sem fôlego, e não chegava nunca! De repente o coyote veio correndo, gritando "agacha-te" pra gente, e nos empurrando pro chão pois estava vindo um helicóptero da polícia americana - isso indicou que estávamos perto da fronteira. O danado do coyote me jogou justo encima de um pé de cacto, como caí eu fiquei, se eu sequer respirasse fundo os espinhos entravam mais e mais no meu bumbum... ficamos assim por uns 15 minutos, e os americanos sobrevoando pra lá e prá cá. Eu digo até hoje que foi Deus que enviou aquele helicóptero, pois só assim eu consegui descansar e recuperar o fôlego. Já estava entrando em desespero, pois ao perguntar pro coyote o que acontecia se alguém se machucasse ou não conseguia acompanhar, ele foi curto e bruto  "morre sozinho". Ok... estou logo atrás de você seu fdp - sorry. 
Os policiais se foram e nós continuamos... andamos mais uns minutos, pulamos uma cerca de arame e pronto! Estávamos em solo americano... simples assim... agora né! Ali os coyotes nos disseram que a hora em que um carro parasse lá embaixo da rodovia - estávamos lá encima - era pra descer rolando correndo e entrar no carro. Ok... expectativa, passa um, dois carros... o terceiro para e nós sebo nas canelas! Desci de bunda mesmo, tinha tanta pedra e areia solta que achei melhor do que uma perna quebrada ou coisa parecida. Nos jogamos pra dentro da caminhonete (dessa foi nós mesmos) e seguimos viagem... eu fui uma das primeiras a entrar, e para meu azar, os homens maiores os últimos. Sabe aqueles sacos de batatas, é, novamente nessa situação... certo ponto eu já não sentia mais minhas pernas e pés, aí imploramos para eles pararem para nos ajeitarmos. Os coyotes pararam, nos dividimos em dois carros, disseram que iam nos levar pra Los Angeles e não para San Diego como havia sido dito primeiro. Um pé do meu tênis ficou preso embaixo do banco, saí descalça com o outro na mão e me enfiei debaixo do painel do outro carro, junto com uma mineirinha boba que ficava dando trela pros coyotes... belisquei ela, fala sério né guria, queres ter a tua "frítola" violada?! Não lembro quanto tempo andamos de carro, mas o tempo todo eles diziam "se a imigração parar, voês saem correndo e se escondem, depois voltamos pra pegar vocês, nós gritaremos primoaí vocês saem de onde estiverem," tive muito medo nessa hora e rezei muito pra não ter que sair correndo, ter que me esconder e esperar alguém voltar chamando primo! Chegamos num motel onde fomos hospedados. Mais instruções: não saiam dos quartos, não façam barulho e aguardem que voltaremos amanhã. Me colocaram num quarto só com mexicanos, "não, não, volta lá e trás uma brasilenha pra ficar aqui senão falo pro Ricardão" tive que blefar... era minha frítola vida em jogo! Pedido atendido. Fome. Primeira vez que devorei comi um burguer king na vida. Na minha terrinha era comida  caseira mesmo, um "xis" salada vez ou outra. No quarto, dormi numa cama com as outras brasileiras... dessa vez não me importei com os dois coyotes que estavam no quarto, meu corpo estava entrando em colapso de tanto estress e cansaço. Também não liguei quando um deles disse que era noivo de uma brasileira que havia deixado dele... ele disse que mataria ela. Tudo bem eu disse, vocês voltam, e eu voltei a dormir.
No meio da madrugada alguém esmurra a porta - imigração eu pensei - era outros coyotes com nossas coisas. Da minha mala restou uma sapatilha, uma calça preta e uma blusa amarela, nem uma tanga aquelas mexicanas ladronas fdp deixaram pra mim vestir! 
Instruções: pegar um táxi, no outro dia após o almoço, até o aeroporto e lá retirarem suas passagens até seus destinos. Já dentro do táxi começamos a nos preocupar: "se eles verem um bando de brasileiros juntos, vão desconfiar... como vamos pegar nossas passagens?". No estacionamento do aeroporto, o taxista parecido com o Antônio Bandeiras disse que se nós quiséssemos ele faria isso pra nós - ele era mexicano gente boa viu?!. Um de nós foi com ele, quando voltaram, demos 10 dolares de cada pra ele, que recusou e disse... "não precisa não, eu sei o que vocês estão passando, mas se a brasilenha ali quiser me dar um beso - quem?! hã!? eu?! posso não seu moço, sou moça comprometida, com filho e tudo... " Ok, boa sorte pra vocês. Tchau, bye-bye, hasta la vista...
E assim eu embarquei em L.A. pra Chicago e de Chicago pra Boston, onde encontrei com o amor da minha vida... E lá fiquei durante quatro anos e meio, construindo um relacionamento,  um casamento e uma vida, porque fala sério né, depois de três meses de namoro e  dois anos separados, só por amor mesmo estamos há dez anos juntos!!!

Beijo no ♥ de quem acompanhou a novela série Travessia do México, em busca do amor! ...rs...

22 julho, 2011

Travessia do México - parte III

Nós seguíamos o coyote que fazia uns zigue-zagues no meio da mata, acho que pra despistar alguém... passamos por um dreno enorme, acho que era de esgoto, sei lá, e eu tomei o cuidado de passar com os pés bem nos lados pra não sujar meu tênis - não digo que era bobinha!. De repente o coyote disparou na frente, e um gigante do Maranhão me atropelou, me jogando num monte no chão! Nossa, esse devia estar com mais medo do que eu! O coyote voltou, apontou a arma pra ele, mandou que ficasse no final da fila e segurando na minha mãe, me levantou dizendo "vamos muchacha!" - pensei, "é meu fim agora, que que essa criatura vai fazer comigo agora?!"; mas ele só queria me ajudar mesmo, já que a pessoa que me enviou daqui do Brasil recomendou que o Ricardão cuidasse muito bem de mim, carga preciosa kkkkk. Ficamos nessa de correr pra lá e pra cá, igual cachorrinhos assustados por umas duas horas... até que chegamos na beira de uma rodovia, para uma caminhonete e eles descem gritando "vamos, arriba, arriba!" Jogaram todos nós, oito pessoas, amontoadas na carroceria igual a sacos de batata e seguira viagem. Diziam que nos levariam pra uma fazenda linda, onde esperaríamos pra fazer a travessia...
Meo deos! Fazenda?! Nos levaram pra um barraco, no meio do nada, que ficava nos fundos de um desmanche de carros... vizinhos eram poucos, dois ou três eu acho. Enquanto chegávamos, outra turma saía pra fazer a travessia. No barraco, haviam dois cômodos, medindo uns seis metros quadrados eu acho, chão batido, lixo por toda parte... um colchão velho no chão... Queres dormir brasilena, perguntou o coyote pra mim... olhei para as outras três brasileiras, olhei pro colchão no chão e sorri dizendo que não. Ele saiu e voltou depois, com um colchão melhorzinho, e colocou num canto... os folgados brasileiros que estavam conosco se jogaram encima, pra sair logo em seguida com uma arma apontada pra cabeça, "é pras muchachas", disse ele. Chamei elas para descansarem comigo, pois acredito que nenhuma de nós conseguiria dormir... não que adiantasse muita coisa, mas eu deitei no meio delas, esmagadinha pra ninguém me perceber. Os ratos e as baratas passeavam faceiros pelo chão de terra batido... durante a madrugada coyotes entravam e saíam contando como estavam as coisas na fronteira, tiros trocados com a polícia americana, correria, gente perdida... Eu ouvia tudo atentamente, mas não conseguia sentir medo, parecia que estava numa espécie de transe, não processava o que ouvia. Modo de sobrevivência "on". Senti fome, pois havia saído na terça-feira do Brasil e a única coisa que consegui comer foi na viagem entre São Paulo e México. O coyote trouxe uma coca-cola, uns pães velhos e mortadela, daquelas que tem aquela gordurinha branca, sabe?! Perdi a fome. Da janela nos fundos do barraco, olhava pra um pé de fruta nos fundos do terreno vizinho... ai que vontade que deu de ir lá comer, mas sair de lá, só pra ir no banheiro - olha eu otimista - que era uma casinha de madeira, com umas tábuas atravessadas e um buraco no chão... O único momento em que usei aquilo foi minutos antes de saírmos pra travessia, no fim da tarde, pois não me arriscaria a baixar as calças no meio do deserto, com um monte de homem por perto... e vai que uma cobra ou escorpião picam meu derriere branquinho?! ...é, agora a gente ri... Solução pra enfrentar a tal casinha: uma caixinha de fósforo, tipo envelope, que catei no motel em Mexicali... Acendi um, calça pra baixo, acendi todo o resto, fiz pipi e me mandei dali pra nunca mais voltar! 
"Bora" pro carro que é hora da travessia!!!

* continua na próxima e última psotagem da série ...rs... came back for more!!!!

20 julho, 2011

Travessia do México - parte II

Ou ele vinha, ou eu ia pra lá ou a gente definisse de uma vez a nossa situação. Como não conseguia o visto pra viajar para os Estados Unidos, resolvi fazer a mesma viagem que ele fez: ilegalmente atravessar a fronteira entre México e Estados Unidos. Em menos de um mês eu estava embarcando no avião em São Paulo, sozinha (não levei a filha pois tinha medo do que viesse a acontecer), sem nunca tendo viajado nem para o Paraguai ...rs... e sabendo apenas dizer "hi" e "bye" em inglês! 
Lembro pouquíssimo da viagem de avião, eu chorei por causa da minha filha até chegar ao México... lembro que chegando lá, seguindo as instruções da pessoa que me enviou, segui pra um hotel na Cidade do México, fiz uma ligação pra minha mãe avisando que estava lá, pois viajei sem ela saber - não queria deixar ela ansiosa ...rs... - ela quase caiu dura do outro lado da linha! Liguei pra saber de minha filha e depois aguardei mais instruções, e elas chegaram rápido: façam uma refeição no hotel, peguem suas coisas e sigam para o aeroporto, embarquem pra Mexicali, onde descendo, vocês pagarão propina pra entrar e seguirão de táxi pra um motel, aguardem mais instruções por lá (estou falando na terceira pessoa porque durante a viagem mais brasileiros, de Minas, Maranhão e Bahia, se juntaram à mim).
Seguíamos juntos mas era uma situação de cada um por si... muito medo nesses momentos. Mal deu tempo pra beber um copo d'água no motel e chega o Ricadão, um mexicano que era o cabeça do esquema. Explicou tudo rapidamente, mandou que entregássemos nossas malas pros "capangas" dele que nos entregariam elas depois, em solo americano. 
Ele nos disse pra seguir até a rodoviária da cidade - lugar horrível - e pegar um ônibus até Tihuana, seguindo os passos de um dos coyotes, mas sem trocar um ai com ele. Fizemos assim, e no meio da viagem, no meio da noite e no meio do nada ...rs... o ônibus parou, o cara desceu e nós fizemos o mesmo. Pulamos uma cerca, e começamos a correr, na escuridão da noite, num terreno árido e acidentado... eu segui o coyote e pensava: "nossa, será que já estamos indo atravessar a fronteira?". Bobinha eu, era apenas o começo...


*to be continued...

18 julho, 2011

Loucura... das grandes! - Travessia do México

Quantas loucuras você já fez na vida? Acredito que muitas... das mais pequenas, simples como dar um grito no meioo da rua, assim só pra relaxar - nunca fez isso?! nãooooo! Ah, então faz pra ver, você vai ganhar o dia rindo de si mesma(o) e da cara de espanto de quem estiver na rua ...rs... - como das loucuras mais grandes, como viajar o continente de bicicleta... sei lá, essa eu não faria. 
A minha maior loucura foi atravessar ilegalmente a fronteira entre México e Estados Unidos pra ficar junto do meu marido... e eu explico tudinho, a partir de agora na série "Travessia do México" ...rs... coisa de novela?! Aliás, que assitiu a novela América - eu não - pode comparar um pouco. Eu digo que é uma série porque a minha história é meio longa e contar tudo de uma vez é cansativo né... pequenas doses tornam a coisa mais gostosa ...hehehe 
Chega de enrolação!

"Morava em uma pequena cidade do Sul de Santa Catarina, tinha vinte anos e fazia dois que havia terminado um namoro longo, comecei com dezesseis (uma dó eu sei, tão novinha e tão bobinha...). Trabalhava num escritório despachante e na época não estudava, tinha trancado a universidade por falta de $$$. Saía muito com as amigas, pra horror dos pais que não me viam em casa nos finais de semana ...rs... E numa dessas saídas, num showzinho de uma banda local acabei ficando com o B (meu marido)... e foi muito bom, e isso acabou virando namoro... 
Mas uns três meses depois, ele veio me contar que estava com passagem marcada para os States, que ia tentar trabalhar e ganhar uma grana por lá, pois por aqui a coisa não andava muito boa... Eu também tinha algo pra contar pra ele - estava grávida - mas resolvi ficar quieta e esperar. *eu tinha ido doar sangue, como de costume e imaginem minha carinha quando me disseram que eu estava gravidinha?!
Contei pro B que estava grávida na semana em que ele iria viajar, pois não queria que ele desistisse de nada por causa da gravidez, aliás, nem exigi nada, apenas avisei que estava grávida... Quisesse ele assumir ou não, eu queria somente que ele soubesse. Sabe a coisa mais linda? Ele não ficou assustado nem nada, ficou feliz, me abraçou e quis sair contando para os amigos... Imagina a felicidade das famílias!!! Not really, they hate at first! 
Conversamos e ele disse que assumiria, que de lá me ajudaria e que depois de uns três anos voltaria... fiquei morando com meus pais e ele foi. Eu fiquei chorando, com medo e insegurança, imaginando como seriam esses três anos na minha pequena cidade, esperando... A primeira conversa que saiu foi de que ele teria ido pra fora pra não assumir a criança, e a partir daí vocês podem imaginar o que passei. 
Passou o tempo, gravidez muito tranquila, sem problemas dentro da barriga - porque fora a coisa fervia - nasceu uma linda e saudável menina... Liguei pra ele no momento em que ia para o hospital e ele ligou no minuto seguinte de ela ter nascido... pode ouvir por telefone o primeiro choro da filha, foi um momento especial, pois na sala de parto estava apenas eu, a equipe médica e o celular heheheh
Com o tempo, meu marido teve uma oportunidade de se legalizar nos Estados Unidos e aceitou a proposta, mas tinha um porém: ele não teria data pra voltar ao Brasil, pois como havia entrado ilegalmente no país, não poderia vir, isso siginificaria perder o processo, que era longo.
E a coisa por aqui foi ficando mais difícil pra mim... sozinha, sem saber ao certo se estávamos mesmo juntos, se ficaríamos juntos algum dia, a filha crescendo... conflitos familiares... resolvi tentar o visto pra irmos, eu e minha filha, prá lá também... negado, negado, negado! Foi então, que depois de muito pensar, resolvi tomar uma decisão!

*continua no próximo capítulo! ...rs... don't hate me please!

16 julho, 2011

O tronco rendeu muito...

 Então, depois de mostrar o "antes" do tronco que falei, agora mostro o "depois", e esse depois rendeu um bar, uma mesa redonda e uma mesa grande e um suporte para colocar os espetos... hum... acho que não esqueci de nada... e ainda sobrou muito tronco ...rs... vamos ver o que a gente inventa depois. 




  

Foi feito com a ponta do tronco, que partiu-se em duas... quando meu marido deixou tudo limpinho, logo falou "com essa parte vou fazer a bancada do bar!". Ele tem idéias muito originais ...rs... 



 Com um pedaço solto ele resolveu fazer um suporte para colocar os espetos, que quando não estamos usando a churrasqueira, fica na boca, combrindo a abertura certinho, evitando que os animais entrem na churrasqueira e depois saiam com suas patinhas sujas de cinzas, deixando marquinhas por tudo ...rs... sei lá, bicharada doida, acho que gostam de dormir ali.... vai saber!


Acho que com o que sobrou dá pra fazer mais uns três ou quatro pés de mesa como este... não tirei foto de pertinho, mas por dentro éla é toda oca e dá um visual legal, estava pensando em colocar um arranjo de flores por dentro... será que ficaria legal?! 






E esta é a outra mesa. Desta vez eleserrou ao meio pois a prancha de madeira era muito grande pra colocar o pé no centro. A parte de cima nosso vizinho deu, também era uma árvore que estava caída no mato há alguns anos. Nosso vizinho só pode retirar a árvore do lugar onde havia caído depois de pagar "uma taxinha" pra fundação do meio-ambiente de nosso município... mesmo não tendo sido ele quem derrubou - o tempo e o vento foram os vilões - e mesmo ela estando por lá há muito tempo...  mas, se é assim... 



Bom, espero que tenham gostado... me deixa saber?!

Beijinho no de quem visita o sítio!

15 julho, 2011

Fragmentos

Falar de nós mesmos as vezes é difícil... mas é um bom exercício para olhar para dentro de si mesmo e rever, muitas vezes, alguns conceitos. Claro que devemos tomar cuidado para não ficarmos meio que obsecados pelo próprio ser, num conceito meio nascisista ...rs... Mas analisando pequenos fragmentos de nossa vida, aqui e ali nos ajuda a ver até onde chegamos, onde pretendemos ir e como estamos crescendo como ser humano.

Meu primeiro fragmento - o bom é que não precisamos respeitar uma ordem cronológica da coisa! - é de como vim parar no sítio...

Morei quatros anos e meio nos Estados Unidos, onde trabalhei limpando casas (house cleaning), numa igreja católica na Harvard e na casa de uma família americana como baby-sitter. Meu marido já estava lá quando cheguei, e fui sozinha, sem a filhota, para trabalhar e juntos, construirmos nossa casa no Brasil. O local onde seria nossa casa foi algo que nos acertamos logo de primeira: sítio! meio do mato, longe de vizinhos "enxiridos" e barulho de toda espécie ...rs...
A casa começou a ser construída em 2005, voltamos para o brasa em 2007 e ela ainda não está pronta! Aos poucos vamos dando à ela nossa marca, nosso jeito, nossa cara!

14 julho, 2011

Pra atiçar ainda mais a curiosidade...

... deixo aqui umas fotos do tal tronco. O que vocês fariam com ele? Aqui em casa ele já virou três coisas, e vem mais uma pela frente ...rs...

 

Esse caminhão é o ganha-pão do marido. Estas fotos foram tiradas no pátio aqui em casa... acho que não mencionei ainda, mas não dá prá plantar muita coisa no sítio pois não podemos derrubar as árvores. Ao lado da casa é onde pretendemos fazer um pequeno pomar... vou colocar umas fotos "aéreas" que fiz quando meu marido me levantou no cesto do munk... quê?! Sou menina corajosa...rs...

Bjo no !


*estou tentando achar um layout legal pro blog, então não estranhe se vez ou outra ele estiver com carinha diferente... até eu me decidir vai ser difícil! 

13 julho, 2011

A galinhada aqui em casa...

Marido não quer (ainda) construir galinheiro pra eu poder colher ovos fresquinhos... Já argumentei de tudo quanto é jeito, mas ele ainda não está convencido da necessidade de criar galinhas em casa. Acho que se eu encontrar um modelo bem bacana de galinheiro na net sou capaz de convencê-lo, já que ele é bem crafter quando o assunto é madeira... *note to myself: procurar fotos de galineiros...
Enquanto isso me divirto com as galinhas de pano mesmo, fazer o quê?! 
Essas são modelos de minha mãe, a próxima que quero fazer é a new generation que vi lá no blog da Rê. Espia lá depois...





Falando no marido, o que vocês fariam se encontrassem na natureza - enterrado no meio da lama ...rs... - um tronco de mais ou menos 8 metros de comprimento, uns 2 de diâmetro - estou chutando essa, vou medir depois - e ainda por cima oco?! hã?! hã?! 
Amanhã eu mostro o que nós marido fez com isso... hope you gonna like it!

Beijinho nos ♥♥♥ de quem visita o sítio!

12 julho, 2011

Pequena mudança...

Começando a mostrar alguma coisinha por aqui, vou mostrar um par de vasinhos que ganhei da minha irmã no natal... eles são bonitinhos, mas com o tempo enjoei da carinha deles e para mudar sem chance de arrependimentos depois, com pedrinhas e barbante que nunca lembro o nome, eis aqui os mocinhos:



Simples e cheap! ...rs... principalmente porque as pedrinhas foram "emprestadas" da minha mãe... a casa dela é meu "armarinho" hihihi... Ainda bem que ela é minha mãe e me ama!


♥♥♥ Agradeço à todos os comentários que recebi  - não esperava! - e fiquei feliztodaboba a tarde toda enquanto arrancava matinhos - leia-se ervas daninhas - do meu aspirante jardim e carregava carrinhos e mais carrinhos-de-mão cheios de terra e esterco de galinha (isso fede gente!) para colocar nas plantinhas. *explico: O sítio, que era da família do marido, foi gentilmente cedido ...rs... para construírmos nossa casa, mas ele tadinho, é patinho-feio, e estamos aos poucos deixando ele bonitinho. Por isso a terra e o esterco, porque a terra é péssima, aliás, terra? como sou boazinha... é sim um cascalho duro e montanhas de argila! Mas sou paciente e persistente (prova disso foi minha travessia pelas fronteiras do méxico pra chegar aos EUA! *conto outra hora), e tenho certeza de que um dia isso tudo vira cisne!

Um beijo no ♥ de quem visita o sítio! 

11 julho, 2011

The beggining

Então... esse negócio de blog vicia né?! ...rs... Eu já tenho outro blog, mas fala sobre catequese, xiiii não coloquei na descrição minha que sou catequista! Mas tudo bem, acho que Papai perdoa eu... Mas como no "outro" não acho legal falar de decoração, artesanato, casa, etc... resolvi criar outro, pra falar de tudo e xingar sem culpa quando der vontade... ain't perfect! Faz tempo que queria fazer logo outro, pois entro em tantos blogs  maravilhosos que fico morrendo de vontade de participar... nos papos, nas mostras, sorteios, etc. O que dificultou um pouco foi a escolha do nome, até que topei com esse layout de fazendinha e como moro no sítio... tcharan! Here I am! Não sei se darei conta, mas estou feliz que nem gazela solta no campo por ter começado! Espero fazer muitas amizades através do blog e aprender também, pois sempre tem alguma boa alma disposta a compartilhar e ensinar, good girl! Bom, acho que é isso... agora vou prestar minha primeira visita oficialmente aos blogs que tanto gosto e admiro! See ya! Take care!

And came back soon! Promise me?!

Inaugurando...

"A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida."
-- Miguel Cervantes. 

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